Editorial

Editorial: Todo o voto é importante

O tema para reflexão na Diocese de Beja, e todas as atividades para este ano parte desta pergunta: “Entendeis o que vos fiz?” jo12,13 E também aqui pode partir a nossa reflexão para este período eleitoral. A quem irei entregar o meu voto nestas eleições? Em quem irei depositar confiança no serviço à causa publica? Qual candidato e programa eleitoral responderá ás necessidades da minha localidade ou do meu concelho? É necessário entender e compreender o que eu necessito para que viva bem e feliz. Não posso, localmente, entregar um voto por uma cor partidária ou uma ideologia. Na maior parte dos casos olho para aquele ou aquela que vive perto de mim e sente as mesmas necessidades que eu sinto. Escolho aquele que, com os recursos que lhe são atribuídos consegue melhorar as condições da minha localidade. Por vezes também recorrendo à própria participação voluntária dos próprios residentes. O candidato que precisamos é aquele que não ocupa o lugar para ser servido, mas para estar ao serviço. Esta é de facto a lógica politica e democrática. Dentro de pouco mais de 2 ou 3 dias vamos eleger aqueles que queremos que nos sirvam e que têm um programa politico local que precisamos. Não me encontro satisfeito com os políticos a nível nacional e local. Por isso não vou votar. É o maior erro que posso fazer. Não posso criticar e não fazer nada. O primeiro passo para a mudança é com o meu voto. É UM VOTO. Mas é fundamental para mudar o rumo da politica e a administração na minha terra. Se não fizer nada serei complacente com aqueles que me governam. Não posso dizer que: “Não votei nele, nem em nenhum. Por isso não sou culpado do rumo que dão à nossa terra”. Sou culpado sim. Não fiz nada para que se alterasse o rumo das coisas. Eu posso porque na minha liberdade, entre nós conquistada com o 25 de Abril, me deu autoridade para escolher aqueles que eu quero que me governem, aqueles que me devem servir. Que cada um dos eleitos, neste sufrágio se sintam fortes para servir a todos. E que pensem na frase com que iniciei este editorial e tenham uma resposta positiva de todos os eleitores. O que façam, que o façam bem. Sirvam a todos com desprendimento.

Abílio Raposo, Diretor

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