Editorial

Ser eleito: a quanto obrigas

Já está o frenesim a espalhar-se pelo país fora. As caras começam a aparecer; umas já sobejamente conhecidas e outras para conhecermos. São as autárquicas a todo o vapor.  Estas eleições são especiais, todos o dizem.

Os candidatos, de um modo geral são pessoas próximas dos eleitores. São gente que vive no meio de nós, sem guarda-costas e que circulam livremente pelas praças e ruas da nossa terra. No entanto é necessário que se coloque sobre a mesa o que pretendemos lutar pela terra onde queremos ser eleitos.

Nenhum candidato vai colocar na sua propaganda eleitoral coisas que não interessam aos eleitores. Todos pretendem beneficiar o máximo possível a localidade para benefício dos seus residentes. “Quando a esmola é muita, o pobre desconfia”, assim também devem fazer os eleitores.

É necessário um equilíbrio entre o que é exequível e o que é mera propaganda. Ser eleito pelo povo é uma responsabilidade muito grande. É necessário saber respeitar os eleitores cumprindo o que prometeu e se possível fazer ainda mais. Ir mais longe é sempre um ideal importante.

O eleito não está para se servir, mas para estar ao serviço daqueles que o elegem. Esta é a profunda verdade da política. Assim se vive em Republica. Por vezes e em muitos lugares o ano eleitoral, querendo ou não querendo; assumindo ou não assumindo, e normalmente os políticos eleitos não reconhecem, é um ano de muitas obras ações para o beneficio da comunidade.

Acham isso negativo? Eu não. Não acho mal nada de bem que se faça em favor da comunidade, todas a obras que se possam fazer para o benefício de todos. O que acho mal é muitas vezes encontrarmos coisas simples que se podiam arranjar ao longo dos anos e nada se faz.

O mau é o que fica por fazer. Por fim, termino recordando que com campanha eleitoral ou sem ela o mês de agosto chegou e com ele as férias de muitos portugueses. Muitos compatriotas nossos regressam a Portugal. Vamos recebê-los e todos juntos tentar descansar e nos animarmos para preparar o futuro.

A todos em meu nome e de todos os colaboradores do Jornal O Leme: Boas férias e bom descanso.

Abílio Raposo, diretor

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