Igreja

É preciso ajudar para concluir as obras de beneficiação da Igreja Matriz da Aldeia de Santo André

A Fábrica da Igreja Paroquial da Freguesia de Santo André aproveitando a oportunidade em poder apresentar a candidatura a fundos comunitários através da ADL –Associação de Desenvolvimento do Litoral Alentejano, meteu mãos à obra para fazer os arranjos de beneficiação da Igreja, há muito tempo necessários e que sem esta ajuda era mais dificil de concretizar, mas nem tudo está abrangido pelo projeto. 

Segundo Abílio Raposo, Pároco desta Igreja “a Igreja Matriz estava já com a sua pintura exterior em muito mau estado, principalmente na zona virada a norte. Também a área circundante à Igreja, o
chamado adro, as laterais e a entrada da Capela Mortuária que continua como na sua origem, em terra batida, o que dificulta o acesso tanto no Inverno, com muita lama, assim como as ervas e o pó no Verão”.

No interior da Igreja foram para restauro cinco peças de arte sacra (imagens): S. Pedro, Sto André, S. Geraldo, S. Sebastião e S. Luis”. O valor do projecto é de 35.112,81€, sendo a comparticipação do FEDER de 85% do total da obra, (29.845,89€) e que exclui o IVA (6.565,81€ que será pago pela Igreja). O restante valor não comparticipado de 5.266,92€ será suportado pela Paróquia, com o apoio da Câmara Municipal de Santiago do Cacém que ajudará com 50% desta quantia, no valor de 2.633,46€.

No entanto nem tudo está abrangido por esta candidatura como por exemplo o muro exterior à volta da Igreja. Para este arranjo de restauro e pintura “a Junta de Freguesia de Santo André já se propôs a ajudar. Também a Comissão de Festa da Aldeia de Santo André já foi contactada para ajudar no investimento a pagar, mas ainda não falamos no que podem e será necessário ajudar” refere Abilio Raposo.

Para fazer face a todas as despesas extras que for necessário pagar, cujo valor é grande para a Igreja, “já outros particulares têm começado a fazer donativos” diz o Pároco.

Neste momento o Padre Abilio debatese com um pequeno problema que nos adiantou “a maior dificuldade que se me apresenta neste momento é uma fase da obra que não sei como farei, visto que uma empresa aqui do Concelho deu um orçamento até bastante baixo, agora recusa-se a elaborar a obra, dizendo que está muito ocupada e não tem tempo”.

Só resta solicitar orçamento a outras empresas, “todas pedem mais de 10 mil euros que o orçamento inicial. Não sei onde ir buscar esses dez mil euros. Este é o pior problema que tenho entre mãos” conclui Abílio Raposo.

A primeira fase da obra já está concluída, os trabalhos de pintura das paredes exteriores da Igreja. Fica em falta a obra da entrada da Capela Mortuária e sua envolvente, o muro à volta da Igreja,
entre outros arranjos.

A paróquia já tem recebido alguma colaboração financeira de algumas pessoas, mas é insuficiente. Neste tempo de pandemia, tal como outras Instituições, as Igrejas têm muito poucas receitas. É
preciso ajudar.

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