Opinião

Opinião: Deus e a Modernidade

Por Joaquim Marques,

Costuma situar-se o início da Idade Moderna no ano de 1453, data da tomada de Constantinopla pelos Turcos Otomanos e queda do Império Romano do Oriente. Mas a chamada Era Moderna ou Modernidade é caraterizada por outros acontecimentos mais significativos no âmbito dos movimentos sociais e formas de pensar da sociedade, contrastando significativamente com o pensamento medieval.

A uma era caraterizada pelo pensamento teocêntrico (Deus no centro de tudo) e teocrático (todo o poder vem de Deus) sucedeu uma outra em que o homem descobre que não vive no centro do universo, nem num centro estático com tudo o mais a girar à sua volta.

Esta descoberta teve consequências: colocou em causa (quase) tudo o que até aí se tinha como absolutamente certo, relativizou o conhecimento que, ao mesmo tempo, se foi alargando em bases científicas cada vez mais comprovadas por novos métodos de
análise e colocou o conhecimento filosófico e teológico na necessidade de rever as suas teses, até aí elaboradas a partir de métodos meramente especulativos, baseando-as no conhecimento científico disponível.

Artigo completo disponível na edição em papel de 19 de dezembro de 2017, n.º 706

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