Opinião

Opinião: O complexo “verde”

Por Manuel Amaro Figueira, presidente da ADL 

Pelas minhas responsabilidades no litoral alentejano, ligadas à implementação de medidas direta ou indiretamente  relacionadas com a “criação de riqueza “sou frequentemente confrontado com posturas adaptados por serviços públicos, de criação de dificuldades, ou mesmo impedimento de realização de investimentos de qualquer natureza (agrícola, industriais, turísticas etc.) sempre com o argumento da proteção de valores naturais de inestimável valor.

Salvo as devidas exceções em que os valores naturais de inestimável valor possam de facto existir, a regra é não autorizar com
esse argumento, ficando por provar a existência dos tais valores uma vez que os estudos são inconclusivos ou inexistentes.

Aquilo que denomino como “complexo verde”, por analogia com o conhecido “complexo de esquerda” que afetou a sociedade portuguesa após a revolução de abril, permite a existência dum conceito de impunidade entre os agentes da administração pública que indevidamente bloqueiam a atividade económica, por vezes os mesmos que integram associações privadas tipo “Quercus” ou “Zero”, também elas não sujeitas a qualquer escrutínio formal ou informal, contando com a benevolência da opinião pública e publicada no principio que aquilo que surge rotulado como “proteção de valores naturais” é bom e toda e qualquer iniciativa visando a criação de riqueza é má.

Para ler o artigo completo consulte a edição em papel de 05  de outubro de 2017, n.º 701

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