Opinião

Opinião: Dar a volta (de bicicleta entre Santo André e Sines)

Por Ricardo Rosa, jornalista

Aqui há uns meses, um grupo de professores veio de Lisboa a Sines, de bicicleta. Parece anedota de lisboetas no Alentejo, ao passar por Santo André quase se perdeu e, perto de chegar ao destino, viu-se cercado de autoestradas. A verdade é que, à conta da megalómana A26-1, há uma bela estrada sem trânsito entre Santo André e Sines. O pior é lá chegar ou de lá sair. E pode ser tão simples.

A tal turma de professores cicloturistas fez-se à estrada no final de abril para repetir o percurso da 1.ª Volta a Portugal, ao longo de um ano e aos fins de semana, para promover o uso da bicicleta. O projeto chama-se “Dar a Volta” (http://daravolta.fmh.ulisboa.pt) e fez no início de maio uma etapa entre Setúbal e Sines, por Tróia.

O trajeto é até parte da Eurovelo 1, rota de uma rede europeia de vias aptas para pedalar em segurança e devidamente sinalizadas. Supostamente.

No cruzamento da aldeia de Brescos até encontraram uma dessas placas, discreta, mas ao chegar a Santo André, os aventureiros depararam-se com uma estrada regional transformada em autoestrada (onde é proibido circular a pé ou de bicicleta). É certo que parte desta A26-1 voltou a deixar de ser autoestrada, mas a sinalização permanecia errada, tal como as duas vias em cada sentido, com pinos ao meio e uma vedação (furada).

O artigo completo pode ser lido na edição em papel de 10 de agosto de 2017, n.º 698

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