Editorial / Opinião

As férias apagam a memória

Abílio Raposo

Por Abílio Raposo, diretor

Estamos quase de férias. O país preparar-se para abrandar a marcha. É de tradição que o mês de agosto seja de férias e que, quase, todas as instituições públicas ou privadas abrandem a marcha ou fechem. Assim acontecerá de novo este ano.

Devemos aproveitar este tempo para descansar e renovar as energias, porque se diz que basta mudar de ambiente e de trabalho para que recuperemos. É verdade que assim acontece. Pois esquecemos o ambiente profissional diário, que provoca certa monotonia, e o mudar de ambiente e de tarefas desperta-nos para outros aspetos da vida.

Mas as férias não nos devem fazer esquecer algumas coisas. É necessário que não esqueçamos que vivemos numa sociedade que necessita de nós e da nossa atenção. É preciso não esquecer os problemas e as preocupações do país. Ao regressarmos ao nosso trabalho temos de ter força suficiente para, revigorados, desempenharmos a nossa missão.

Mas também não devemos ficar alienados dos problemas da comunidade. Existem temas que merecem a nossa atenção, mesmo em tempo de férias: as pessoas que ficaram sem casas nos incêndios, vão continuar sem casas; os que ficaram sem emprego vão continuar sem emprego; os que não têm com que se vestir, vão continuar a precisar de roupa para poderem sair de casa; os que têm fome, vão continuar a pedir-nos pão.

O artigo completo pode ser lido na edição em papel de 20 de julho de 2017, n.º 697

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