Opinião

Opinião: A arte de fazer fumo sem fogo

Por Mónica Brito, Gestora e Investigadora, em Sines

Vivemos numa sociedade em que se privilegia o parecer em detrimento do ser, e acrescento eu, do fazer. Existe uma forte preocupação com a imagem nas suas múltiplas dimensões, independentemente da realidade que esta sonega, seja na esfera pessoal ou profissional.

Tal torna-se deveras preocupante quando associamos este princípio, ao qual nos vergam ou nós próprios nos vergamos, ao que atualmente se apelida de cultura do mérito ou meritocracia. Ainda que defenda acerrimamente este modelo, tenho algumas reservas quanto à sua operacionalização, num contexto em que o conteúdo nem sempre corresponde à qualidade e aparência do embrulho.

Uma expressão algo deselegante, a que apenas me permito porque decorre da minha experiência enquanto gestora/formadora/investigadora de recursos humanos, e da capacidade que esta me tem conferido de definir constructos teóricos em que a realidade, ainda que nem sempre de forma taxativa, se tende a enquadrar.

Artigo completo na edição em papel de 16 de Julho de 2015, n.º 651

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