Sociedade

Protesto exige melhoria das ligações viárias e de saúde

Os utentes do Litoral Alentejano voltaram a protestar, no passado dia 22 de maio, para exigir mais médicos, mais enfermeiros e melhores cuidados de saúde. O protesto ficou aquém das expetativas.

Protesto pelos serviços de Saúde |Foto: CMSC|

Protesto pelos serviços de Saúde |Foto: CMSC|

Preocupados com a degradação dos serviços de saúde numa região onde a escassez de médicos de família afeta 30 mil pessoas, os responsáveis pelas assembleias municipais do Litoral Alentejano convocaram mais um protesto que, desta vez, ficou aquém das expetativas.

A marcha a pé, que acabou por ser cancelada, foi substituída por uma concentração junto ao Hospital do Litoral Alentejano onde os quatro presidentes das assembleias assinaram uma resolução onde exigem a reparação urgente do Itinerário Complementar 1, que sejam retirados os pinos da Estrada Regional 265-1;a conclusão urgente das obras do Itinerário Principal 8;a construção do Itinerário Complementar 4, via Vasco da Gama; a conclusão urgente do Itinerário Complementar 33; a construção urgente do Eixo Ferroviário Sines – Évora – Elvas – Caia- Badajoz.

Durante a concentração, a Presidente da Assembleia Municipal de Santiago do Cacém, Paula Lopes destacou a perda de valências. “Podemos vir a assistir à perda de algumas valências no hospital agravada pela falta de médicos e enfermeiros, listas de espera e as horas que se passa dentro das urgências”, sublinhou.

Artigo completo na edição em papel de 04 de Junho de 2015, n.º 648

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