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680 mil euros para requalificar Costa de Santo André

Novos acessos pedonais às praias, novas infraestruturas balneares e o reordenamento do estacionamento vão “mudar o visual” e (o mais importante) a acessibilidade e protecção ambiental da Costa de Santo André, com um investimento de cerca 680 mil euros que vai permitir requalificar aquela zona.

Requalificação Costa Santo André

O projecto, a cargo da Polis Litoral Sudoeste – Sociedade para a Requalificação e Valorização do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina -, está nesta altura em fase de concurso público, prevendo-se a sua conclusão antes do início da época balnear do próximo ano, segundo adiantou a Câmara Municipal de Santiago do Cacém, que assegura parte do investimento, “na ordem dos 120 mil euros”.

Longos e largos passadiços sobreelevados em plástico reciclado, entre os restaurantes mais próximos do cordão dunar e o areal vão dar acesso, por três zonas diferentes, à Lagoa de Santo André e à praia, e vão também disponibilizar “pelo caminho” zonas de sombra com bancos e chuveiros públicos.

O passadiço vai ainda facilitar o acesso ao monumento que homenageia os 17 pescadores falecidos na tragédia da Lagoa de Santo André em 1963, bem como a um percurso ambiental pedagógico.

A intervenção prevê uma importante componente de protecção ambiental, incluindo trabalhos de recuperação de habitats, protecção do sistema dunar e a erradicação de espécies infestantes, além de pretender tornar a praia mais acessível e reordenar o trânsito rodoviário, que deixará de ter acesso a algumas zonas a recuperar e um novo estacionamento, mais afastado do cordão dunar.

Artigo completo na edição em papel de 6 de Novembro de 2014, n.º 634

One thought on “680 mil euros para requalificar Costa de Santo André

  1. O investimento na requalificação da Costa de Santo André é, sem duvida alguma, de louvar e uma mais valia para o nosso concelho. No entanto, custa-me ver que há investimento financeiro em novos projectos, sem que primeiro se resolvam problemas simples da nossa cidade que não carecem de qualquer investimento monetário. Falo de:

    – Limpeza da saída de SA para Sines. Só não vê quem não quer, garrafas, restos de pneu, cones de sinalização, etc..
    – Remoção da publicidade afixada em postes de iluminação, que só por si deveria ser proibida.
    – Remoção de estruturas de ferro sem qualquer utilidade, em diversos pontos da cidade, como no centro, em torno da rotunda da Concórdia, na saída de SA, junto ao stand d´Os Putos, etc…
    – Remoção de viaturas abandonadas há (muito) mais tempo do que a lei permite.
    – Lajes removidas e nunca mais repostas, na zona do bairro Chesandré.
    – Etc…

    Mencionei apenas alguns problemas simples que podem ser resolvidos com recurso a mão de obra e maquinaria já existente.

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