Editorial / Opinião

Os jubileus

Abílio Raposo

Director

Por Abílio Raposo, director

Hoje em dia está cada vez mais na moda fazer festa quando se completam 25 ou 50 anos. Tanto faz que seja de nascimento, casamento ou de ordenação, ou mesmo de profissão.

Porque será? Já alguém se interrogou porque é que cada vez mais as pessoas se preocupam em recordar estas data?

Pois bem, eu já pensei um pouco sobre este assunto e levou-me a algumas conclusões:

O primeiro aspecto a ter em conta é o sinalizar um acontecimento da vida de uma ou mais pessoas ou instituições ou objectos. Tudo é alvo de comemorações. Porque recordam algo que faz parte da vida. É aquele momento que mexeu na vida de quem o viveu e que agora quer de novo partilhar com amigos ou família. É fazer memória.

Um segundo aspecto é o recordar o acontecimento e ao recordar está-se a renovar. Este é um ponto importante para as comemorações. Sempre se renova o primeiro dia do acontecimento. Sempre se prolongam no tempo aqueles que foram os sentimentos profundos que marcaram a vida. Até a inauguração de um edifício ou de uma ponte pode ser objecto de comemorações importantes, lembram-nos como estes monumentos vieram trazer algo importante para quem os usa, que sem eles a vida seria mais difícil.

O artigo completo na edição em papel de 20 de Julho de 2014, n.º 628

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